domingo, 1 de julho de 2012

Abrimos uma escola, fechamos uma prisão


Principalmente em ano de eleições, sejam elas a nível municipal, estadual ou federal, torna-se comum nas rodas de amigos o bate papo sobre corrupção, venda de votos, que levam a comentários sobre honestidade, integridade, e em uma palavra: A moral do ser humano.
Normalmente, mas claro, regras possuem suas exceções, o cidadão critica o político , mas no seu dia a dia, sempre tem o “jeitinho brasileiro” de facilitar para alguns em troca de um agrado. Existe o médico que critica o secretário de saúde, mas fornece o atestado médico, dispensando o amigo do trabalho por dois ou três dias. O vizinho que fala do vereador corrupto, mas pede para que ele pague sua conta de luz, como forma de demonstrar seu trabalho e ser então, recompensado nas urnas.
Aquele que diz: Todo homem tem seu preço, já está assinando sua confissão de corrupto, pois honestidade deve pautar a vida de todo cidadão de bem. Para se tornar um defensor da moral e dos bons costumes, antes tem de se fazer disso regra para a própria vida. Mas como tornar o mundo mais honesto?
Educação, eis a solução para todos os males. Mas não a educação que tende a fazer homens instruídos, mas sim, a que os torna homens de bem, e que começa antes de tudo, lá no seio da família, tão esquecida e desmembrada neste mundo moderno, onde o orgulho e o egoísmo são diretores da vida dos seres humanos.
É por pensar egoisticamente que nos corrompemos, pois o egoísmo se funda na importância da personalidade, e o homem que só se preocupa consigo mesmo, sempre procura tirar proveito das situações. Não recordo onde, mas já ouvi algo assim: Abrimos uma escola, fechamos uma prisão.

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