quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Blood Money – Aborto Legalizado

Cartaz do documentário Blood Money - Aborto LegalizadoA Europa Filmes e a Estação Luz Filmes, distribuidora e produtora cinematográfica, lançam a partir de São Paulo, no próximo dia 5 de novembro, com uma série de avant premières, o documentário Blood Money – Aborto Legalizado, produção norte-americana independente, assinada pelo diretor David Kyle

Após o lançamento em São Paulo, têm início roadshows de pré-estreias, incluindo o Rio de Janeiro (6), Goiânia (7), Brasília (8), Belém (9), Curitiba (11), Salvador (12), Recife (13) e Fortaleza (14). Nestas cidades, Kyle falará de sua primeira incursão no cinema com esse documentário polêmico, que está se tornando um cult pelo realismo e crueza com que trata o tema e pelas denúncias que faz. O filme entra em cartaz nos cinemas a partir de 15 de novembro.
Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição nacional, tem expectativa de interesse do público brasileiro para Blood Money – Aborto Legalizado, pois o filme, segundo ele, disseca o tema, esclarecendo e revelando a experiência prática em um país onde o aborto é legalizado há 40 anos. “Apesar de mais de 70% da população brasileira serem contra a legalização do aborto, de acordo com os principais institutos de pesquisa do país, o tema gera polêmica e causa grande interesse. O filme esclarece o assunto sob vários aspectos. Por isso, esperamos que provoque repercussão e atraia o público”, assinalou Girão, acrescentando que “o documentário pode contribuir para o amadurecimento deste necessário debate no Brasil, onde ainda teimamos em tratar o aborto com hipocrisia”.

O conteúdo do documentário


O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando de que forma as estruturas médicas disputam e tratam as clientes, os métodos aplicados pelas clínicas e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista.
O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos, legais e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano, com direitos de garantia de vida em contraposição ao direito da mulher de dispor de seu corpo, e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.
É na voz da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que o documentário americano é narrado.

Foto de chamada: stock.xchng

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