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Mostrando postagens de Novembro, 2014

I mostra de cultura afro de Arroio do Sal

Aconteceu no dia 29 de Novembro a primeira mostra de cultura afro de Arroio do sal. O evento ocorreu na SAAS(Sociedade Amigos de Arroio do Sal), com promoção da ONG Ilê Mulher.
A abertura ficou a encargo do Babá Marcos de Obaluayê que realizou um Padê de Exu, para que o evento fosse abençoado.
No painel de debates sobre as religiões de matriz africana, nos brindaram com seus conhecimentos, a Yalorixá Michele de Oiá, do Ilê ventos de Oiá, falando sobre o Batuque Gaúcho; o Babalaô Marcos de Obaluayê representando o Candomblé Baiano, e Michael de Oxalá, representando a Tenda de Umbanda Xangô 7 Raios, e consequentemente, falando sobre a Umbanda. A mesa teve a mediação de Nora Klingelfus, que na ocasião estava representando o Ilê Mulher.
Além da mesa de debates, Klau Sapatá, que representa a comunidade de terreiros no Estado do Rio Grande do Sul, no governo do estado, palestrou falando sobre a diversidade e saúde do povo de terreiro. Com seus conhecimentos de mestre na religião africanista, …

I mostra de cultura afro brasileira de Arroio do sal

Façamos nossa parte pela Umbanda

Iniciamos esta postagem com algumas palavras de Rivas Neto:

O Movimento Umbandista surgiu no final do século XIX, utilizando-se como cenário os cultos miscigenados de negros, índios e brancos, conhecidos como macumbas, candomblés, catimbós, torés, xambás, babassuês, xangôs, etc. Nesse contexto, começaram a se manifestar entidades espirituais, através da incorporação, nas formas de índios (Caboclos) e de Pais-Velhos trazendo as mensagens dos espíritos ancestrais desses povos. O processo do sincretismo facilitou a inclusão da cultura católica pela assimilação dos santos com as divinidades do panteão africano e ameríndio. Logo apareceriam também as entidades que se apresentavam como Crianças, completando o ternário de manifestação mediúnica que serviria de base para a sustentação da doutrina umbandista. Essas três formas de apresentação, Crianças, Caboclos e Pais-Velhos, correspondem a arquétipos do inconsciente coletivo com seus valores intrínsecos — o enigma da esfinge desvendado. Assim…

SACERDÓCIO - QUEM "FEZ" O PRIMEIRO?

O texto a seguir, é um trecho de uma postagem do site Ouvindo as vozes de Aruanda. Por ser um assunto demais interessante, e dizer respeito a tantos e tantos médiuns e dirigentes de casas e terreiros que conhecemos, o transcrevo aqui, pois além disso, ele expressa nossa opinião sobre o assunto.
Ouvimos muito de nossos mentores e guias espirituais, que dentro da Umbanda, não temos Pai e Mãe de santo, como são entendidos nos Candomblés e cultos de nação. Na Umbanda não temos feituras de Orixás e axés, como nos cultos de nação. Porém, a realidade tem se mostrado outra, pelo menos ao que temos visto e ouvido. Nos chegam relatos os mais variados, mas cada casa tem seu entendimento do que seja fazer Umbanda.
Necessitamos sim, de um orientador, que também cumpre um papel de pai espiritual, mas deixo este assunto para futuras postagens. Segue então o texto:


A grande pergunta, aliás que sempre era repetida pelo grande Aluwô Agenor Miranda é: QUEM "FEZ" O PRIMEIRO SACERDOTE? Ou seja, em…

Aniversário da Umbanda, um projeto de legitimação social

Saudações caros irmãos.
É com grande alegria que queremos expressar aqui nossos agradecimentos a todos que estiveram presentes na sessão desta quarta-feira(12). Comemoramos de uma maneira simples, como é nossa Umbanda, de maneira antecipada o aniversário de 106 anos de fundação da Umbanda. Lembramos a importância de Zélio F. de Moraes, como marco de fundação da Umbanda, e tudo que representa a data de 15 de Novembro como uma data de afirmação, ou de reconhecimento de uma nova religião.
Esta luta pelo reconhecimento da Umbanda como religião, parte já de um tempo, quando se buscou pelas origens desta religião em solo brasileiro, onde não se pode desvincular este projeto como uma legitimação social.
Mas quando tratamos de grupos, sempre esbarramos em diversas barreiras, sempre criadas por nós mesmos, que tardam a marcha deste processo de legitimação social. Quando os interesses próprios ou de culto a nós mesmos se colocam acima do interesse da coletividade, todos perdem.
Na Umbanda, concordo…

A ARROGÂNCIA DE DIVALDO PEREIRA FRANCO

 O texto a seguir, é extraído do blog OUVINDO AS VOZES DE ARUANDA. Em verdade, achamos o texto por demais interessante, pois averiguamos, e realmente, Divaldo escreveu este dito texto, recheado de preconceitos e arrogância. É sem dúvida, um fato que nos entristece muito, pois vem de alguém que admiramos muito por seu trabalho na seara espírita, e o qual temos o maior apreço. No entanto, reconhecemos que cada um tem o direito a sua opinião, inclusive os espíritos, cada um tem sua própria opinião. Bom, segue o texto e cada um que tire suas próprias conclusões. Um fraternal Saravá.



"... Na cultura brasileira, remanescente do africanismo, há uma postura muito pieguista, que é a do preto velho. E muitas pessoas acham que é sintoma de boa mediunidade ser intrumento de preto velho. Quando lhe explicamos que não há pretos velhos, nem brancos velhos, que todos são Espíritos, ficam muito magoadas, dizendo que nós, espíritas, não gostamos de pretos velhos. E lhes explicamos que não é o gosta…

Calendário de trabalhos para Novembro

Saudações a todos. Divulgamos nosso calendário de trabalhos para Novembro. Aproveitamos para convidar a todos para a sessão em comemoração aos 106 anos da Umbanda do Brasil, dia 12 de Novembro, no horário das 20:00hs. Para visualizar os dias de trabalho, CLIQUE AQUI
Um fraternal saravá e um abraço.